Construir Currículo

Noutro dia deparei me com um currículo de uma amiga minha que tinha acabado o curso há muito pouco tempo. E estive a vê-lo, digamos a escrevê-lo com ela.

O que me assustou nesta experiência foi o pouco tempo que demorou a contruir o CV, um daqueles Europass. Deparo-me então com a importância de ao longo da Universidade (se não for antes) de alertar as pessoas para construirem currículo. Isto é façam coisas! Criem! Empreendam (se é que esta palavre existe)

Eu e uns amigos criamos uma júnior empresa. Dá trabalho é verdade, mas a recompensa é enorme. E se não for assim chegamos ao fim do curso e limitamos nos a por o curso que tiramos com a respectiva especialidade! Isto não pode acontecer.

Tirem cursos de línguas, vão a conferencias, palestras, particiepem em debates, criem associações, façam Erasmus se puderem. Tentem colocar (como me disseram uma vez) a estrelinha dourada no vosso CV.

É essencial ter algo que capte a atenção do leitor do vosso CV. Para terem uma imagem do que é o processo pensem assim, o meu CV vai estar numa pilha de 500′s CV’s, o que vai fazer a pessoa que o lê na diagonal pô-lo no “montinho” interessante?

É isso que vocês têm de descobrir.

Os programas University

Durante o meu processo de procura de emprego deparei-me com um culto (chame-mos lhe assim) que é os University Programs.

Isto é, um mini estágio que se faz nas grandes empresas (tipicamente) para aferir a qualidade dos potenciais colaboradores. Assim integramos um programa de trabalhos que tem em vista aumentar as nossas soft & hard skills. Tipicamente estes programas abarcam cerca de 30 a 40 pessoas. No caso do da HP, ao qual eu poderia ter chegado eram 40 salvo erro.

Já na Novabase penso que seriam mais pessoas.  Neste último caso tinha mesmo já passado a fase de testes psicotécnicos…

Um dos problemas destes programas é a sua duração, commumente 3 a 6 meses, bem como a sua localização no meu caso, Lisboa fica fora de mão.

E depois sendo um programa de estágio sem entrada garantida nos quadros da empresa nunca tive uma confirmação de que existisse um apoio monetário para eventuais despesas…

Again Iber Oleff

Pois é caros colegas de Eng. Física, valorizem bem o vosso CV.

Acabei mesmo agora de ser contactado de volta pela Iber Oleff para saber se ainda estava disponível para ingressar nos quadros deles…

Desde que vim trabalhar para a ISA, são a quarta empresa que me contacta. Para além desta surgiram ainda contactos por parte da:

  • Novabase
  • HP
  • Accenture

Um dos truques na processo de procura de emprego é ter muita paciência.

Success

Estou apenas a abrir este post para vos dizer que já consegui arranjar emprego!

Há cerca de um mês e meio que já escolhi onde vou trabalhar. Se bem que não vos vou revelar para já a localização.

 

Quero primeiro descrever vos todas as propostas!

Fujitsu

Bem desta vez quero relatar-vos a minha primeira experiencia de entrevistas telefonicas!!

Surgiu com a Fujitsu, concorri a uma posição de consultoria no site da Fujitsu. E passado apenas dois dias fui contactado pelos recurso humanos da Fujitsu. Assim ficaram de entrar em contacto comigo dentro de uma semana. 

Assim o fizeram. No contacto telefónico que estabeleceram comigo disseram me que me iriam fazer uma entrevista por telefone. Esta teria duas partes, a parte da motivação feita em português e a parte de conhecimento de línguas, mais precisamente, Inglês e Espanhol.

O facto é que correu tudo bem até à parte do Espanhol, digamos que não propriamente de feição. De qualquer das maneiras ficaram de entrar em contacto comigo passado duas semanas. Coisa que nunca se verificou. Passados cerca de três meses deste contacto, recebi um email todo simpático a dizer que consideraram o meu CV, mas… o costume. Bem de

Iber Oleff Portugal

Bem lá vou eu para mais uma entrevista de emprego, segunda feira dia 30 de Junho. Esta foi bem rápida!

Ontem a Iber Oleff, um grande grupo multinacional na indústria dos sistemas e componentes funcionais para indústria Automóvel, telefonou a um colega meu do 4º ano de Engenharia Física para marcar uma entrevista. Esse meu colega não tendo oportunidade de começar a trabalhar teve de declinar a proposta, ao que eu decidi enviar o meu CV e ver o que dava.

 

Hoje a seguir ao meu almoço recebi um telefonema para marcar uma entrevista, já no dia 30, ou seja segunda feira… vamos ver como corre desta vez em Pombal.

Continental – parte 3

Bem vou por um fim à história da minha experiência com a Continental (não que eu me importasse de vos poder contar como era a seguir). Bem passado umas três semanas da entrevista pessoal recebi mais uma vez um telefonema da WeChange. A dar me os parabéns pois tinha passado ao assesement final do programa.

Assim enviaram me um email com um ppt todo lindinho :) a explicar o local onde tinha de me dirigir e em que iria consistir esta fase final de recrutamento. Assim a entrevista final seria no Lousado, na Fábrica da Continental Mabor!!

Ver mapa maior

Como já viram não era propriamente fácil de lá chegar. O assesment final era constituido por duas etapas, cada uma delas a eliminar.

Assim a primeira consistia em fazer uma apresentação de cerca de 5 minutos, e depois realizar 2 testes de grupo, um MTA Maxi e o de planks.

 

A apresentação era uma apresentação pessoal onde deveríamos mostrar o nosso percurso académico as nossas qualidades e as motivações para o projecto. Desta experiência aprendi duas coisas: Uma apresentação deste género, significa ser criativo a mostrar nos o nosso cv e estarmos à vontade para falarmos de nós. Segundo, nunca são cinco minutos!

 

Bem à parte disso (ps: eu demorei menos de cinco minutos, fui o único) seguidamente foram duas provas de grupo: os MTA Maxi, e o teste dos planks que consistia em com umas tábuas com várias lacunas conseguir reproduzir um esquema com uma série de regras, isto num grupo de dez pessoas. Posso dizer vos que o segundo o nosso grupo não o completou, era muita gente para uma prova deste género. O primeiro era relativamente fácil, era construir outra vez uma ponte… para segurar 3 copos de água a 1,5 m de altura.

 

Bem a verdade é que quando já vinha a caminho de Coimbra, recebi um telefonema a dizer que os três observadores alemães que se encontravam na sala, decidiram não prosseguir com a minha candidatura.

Assim a minha experiência Continental acabou aqui. Sei que no dia seguinte a 2 parte deste assesment consistia numa entrevista com esses 3 observadores alemães da Continetal.

 

 

Continental – parte 2

Estou de volta para vos contar a segunda parta da minha aventura no programa ContiExplore. Bem passados uns quinze dias de ter feito os exames psicométricos, recebi um telefonema da WeChange, a felicitarem me por ter passado a primeira fase do recrutamento e que gostavam de marcar uma nova entrevista comigo!

 

Assim foi, passados dois dias do telefonema lá estava eu de volta ao Porto para ser entrevistado. Desta vez foi sim uma entrevista e não testes e mais testes. Assim a entrevista foi dividida em duas partes, uma em Inglês e outra em Português. A primeira parte, (em ING) foi completamente surreal… :) O meu entrevistador colocou me uma imagem de um grupo de pessoas e disse para eu desenvolver uma história ou para ir falando do que via naquela imagem.. ( :) sinistro ao fim de 2 minutos já não sabia o que inventar mais.) . Mas até correu bem, depois ele lá foi dando umas dicas, e até me safei bem. Esta parte, como é obvio, servia para avaliar o nível de Inglês!

Depois desta fase em Inglês, chegou uma senhora com ar de psicóloga ;) e começou a fazer as perguntas típicas de entrevista, o que é que eu queria o que não queria… and so on! Para nos preparar mos para este tipo de entrevistas sugiro o site da hays onde nos dão umas dicas minimamente decentes.

 

Continental

Olá,

Hoje vou começar por vos contar a minha última experiência no circuito das entrevistas.

Após ter tomado conhecimento de um anúncio de emprego no fotão, decidi enviar o meu currículo. Passado uns 15 dias obtive resposta de uma empresa de recursos humanos, a WeChange, que me informaram que tinham lido o meu currículo e gostariam de contar comigo para realizar uns testes psicométricos.

 

Assim lá fui eu para o Porto, onde tive oportunidade de conhecer melhor o projecto a que estava a concorrer, ContiExplore 2008. Já na wechange, e depois de ter comprado uns sapatos ;) (a muito custo) lá fizeram uma apresentação do projecto.

Assim o ContiExplore é um projecto promovido pela Continental que durante os dois primeiros anos pretende dar formação aos seleccionados em Hannover, Alemanha para poderem integrar a equipa de R&D da Continetal. A proposta foi colocado com a tempo indefinido na Alemanha uma vez que findos os dois anos de formação a integração nos quadros da empresa é automática.

 

Então no meu primeiro contacto com este projecto na WeChange fui submetido a uma bateria de testes (como eles gostam de lhe chamar ;) ), cerca de 3 horas e meia a resolver testes de lógica, raciocino numérico, analítico e por aí adiante…

 

Claro que no fim destas três horas era uma e meia da tarde e estava esfomeado, uma vez que tinha entrado às nove. Assim e como me encontrava no Porto optei e muito bem por comer uma fantástica francesinha!

 

Em breve conto o que se passou nas fases seguintes deste programa! Até lá

 

1ºs CV’s enviados

O primeiro passo para começar à procura de emprego é construir um CV. O modelo europass é socialmente bem aceite! Isto é, existem empresas que não gostam dele, mas também as há que para recém licenciados pedem mesmo o modelo europass. No principio é complicado fazer um CV personalizado, por isso é melhor mesmo não complicar.

 

Depois de termos um CV completo e bem preenchido, é melhor começar a pensar em escrever uma carta de apresentação, motivação… chamem lhe o que quiserem. No fundo deve dizer quem são, o que fazem e quais os vossos hard and soft skills. 

 

Depois é a parte fácil. Eu comecei com o bloco de emprego do Expresso e no site deles, é uma boa fonte de emprego. Com estes dois elementos já redigidos é só enviarem CV’s para as posições que pensamos que podemos ter…

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